Apartamentos pequenos: dicas de móveis que trazem beleza e diversas funções para o ambiente
Com o crescimento da população e o espaço cada vez mais reduzido nas cidade...
Uma marcenaria pode ser comparada a uma orquestra. São processos, infraestrutura e pessoas que merecem uma boa liderança. Na gestão de pessoas da marcenaria, um maestro precisa garantir que cada um saiba realmente tocar o seu instrumento seguindo o compasso e a harmonia da música.
O engajamento dos funcionários passa pela visão de coletividade que a equipe deve desenvolver. Claro que isso vai acontecer com a ajuda de uma liderança inteligente, empática e responsável. Todos devem ter consciência que o sucesso de um projeto não é mérito apenas de uma pessoa, mas de todas ligadas ao processo.
Por exemplo, não é porque o marceneiro deixou o móvel sob medida perfeitamente montado na casa do cliente que somente ele merece elogios. Toda a equipe, começando pelo projetista, passando por quem produziu as peças, quem embalou, conferiu, entregou e até por quem cobrou o cliente é parte da conquista.
E aí vem o primeiro passo para engajar seus funcionários. É preciso entender como um grupo pode se tornar uma equipe. Um grupo pode não ter senso de colaboração, mas pode, com desenvolvimento contínuo e esforço da empresa para a educação destas pessoas, tornar-se uma equipe de alto desempenho.
O segundo passo é respeitar a importância de cada integrante da equipe. O grupo inicia a caminhada evolutiva aprendendo a respeitar a importância do papel de cada um, independente do status atribuído ao cargo e de uma possível hierarquia. A liderança precisa promover a união dos seus funcionários principalmente nas situações em que a empresa está submetida a fortes pressões, como o período que estamos passando.
A liderança deve ter uma espontaneidade e uma verdade no discurso que aplica. A equipe sente quando o estímulo do líder tem o propósito único no benefício próprio e na lucratividade do negócio. O incentivo à cooperação, que tem como objetivo genuíno o bem-estar de todos, colhe muito mais lucro do que aquele que visa um objetivo financeiro sem propósito. Assim, o dia a dia no trabalho é muito mais gratificante.
Isso não significa ausência de conflitos, mas um aprendizado oportunizado em cada conflito de percepções. Quando a divergência aparecer, não procure culpados. Um ponto importante é entender também que a conexão numa equipe de alto desempenho está diretamente ligada ao modo como os problemas são gerenciados. E em como o líder age frente a posturas emocionais de defesa que vão aparecer em todos os envolvidos.
Isto é, saber enfrentar o que está realmente acontecendo na equipe, usando as dificuldades para estimular e promover o crescimento da consciência da responsabilidade de todos, evitando acusar alguém.
Para que o grupo vire um time também é necessário um alinhamento de expectativas entre os profissionais e a empresa. As pessoas precisam de informações e de uma orientação clara sobre o que é esperado delas, e isso é papel da liderança. Muitos problemas são oriundos do descuido, principalmente com a comunicação interna, até mesmo, na fase de contratação de profissionais.
E voltando à analogia da orquestra. Qual é a melhor maneira do maestro conduzir essas etapas de construção de unidade na equipe? Primeiro, é preciso se conhecer, saber das suas próprias competências, temperamento e dificuldades. Depois, conhecer seus funcionários. E aí saber qual é o resultado da combinação dessas pessoas com características diferentes, mas com o mesmo propósito de um trabalho harmonioso e de sucesso.
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